Seus direitos como trabalhador, explicados com clareza e sem juridiquês
Ajudamos trabalhadores a entender verbas rescisórias, identificar irregularidades e agir com segurança em situações de demissão, assédio, horas extras e acordos.
Principais situações em Direito Trabalhista
Se você saiu de uma empresa ou está enfrentando alguma irregularidade no trabalho, um advogado pode ajudar a entender seus direitos.
Verbas rescisórias
Saiu da empresa e quer saber se recebeu tudo a que tem direito: férias, 13º, FGTS, aviso prévio e outros.
Demissão sem justa causa
Foi demitido e quer entender os seus direitos ou contestar alguma irregularidade na rescisão.
Reconhecimento de vínculo
Trabalhou sem carteira assinada e quer regularizar o período ou cobrar os direitos correspondentes.
Horas extras
Suspeita que trabalhou mais do que foi pago ou que o banco de horas foi aplicado de forma irregular.
Assédio moral
Sofreu situações de humilhação, pressão excessiva, isolamento ou constrangimento no trabalho.
Assédio sexual
Vivenciou situação de coação, abuso ou comportamento sexual indesejado no ambiente de trabalho.
Acordo trabalhista
A empresa propôs um acordo e você quer saber se é vantajoso ou se há riscos antes de assinar.
FGTS e seguro-desemprego
Tem dúvidas sobre saldo do FGTS, saque ou sobre o direito ao seguro-desemprego após a demissão.
Como podemos ajudar no seu caso
Cada situação trabalhista é única. Analisamos os documentos, explicamos seus direitos e indicamos o caminho mais adequado.
Análise da situação trabalhista
Avaliamos a carta de rescisão, contracheques, extrato do FGTS, ponto e outros documentos para identificar se há irregularidade ou direito não pago.
Orientação sobre seus direitos
Explicamos o que a CLT, convenções coletivas e a jurisprudência preveem para o seu caso — em linguagem direta e sem simplificações que induzem ao erro.
Análise de propostas de acordo
Antes de assinar qualquer acordo, avaliamos se os valores são justos, se há direitos sendo sacrificados e se as condições são adequadas para a sua situação.
Representação em reclamação trabalhista
Se necessário, representamos você na Justiça do Trabalho — da petição inicial à audiência — mantendo você informado em cada etapa.
Quando procurar orientação jurídica trabalhista
Muitos trabalhadores esperam demais para buscar ajuda e acabam perdendo direitos por prazo ou falta de provas.
Logo após a demissão
O prazo para reclamar trabalhista é de 2 anos após o fim do contrato. Quanto mais cedo você analisa a rescisão, mais fácil reunir provas e documentos.
Quando suspeitar de irregularidade nas verbas
Muitos trabalhadores não recebem tudo a que têm direito por não saberem conferir a rescisão. Férias proporcionais, 13º e multa do FGTS são direitos frequentemente pagos de forma incorreta.
Quando o empregador propuser acordo
Um acordo mal analisado pode fazer você abrir mão de valores significativos. Entender o que está aceitando antes de assinar é fundamental.
Quando o trabalho informal durou anos
O reconhecimento de vínculo empregatício tem prazo de 2 anos e requer documentação adequada — quanto mais tempo passa, mais difícil reunir provas.
Quando o ambiente de trabalho está causando dano
Assédio moral e sexual têm consequências jurídicas sérias para o empregador. Registrar as ocorrências e buscar orientação rápido protege você e fortalece seu caso.
Antes de assinar qualquer documento na saída
Termo de quitação, acordo de rescisão e homologação têm efeitos jurídicos que precisam ser entendidos antes da assinatura — não após.
Como funciona o nosso atendimento
Simples, direto e humano. Sem burocracia desnecessária.
- 1
Você entra em contato
Manda uma mensagem pelo WhatsApp. Sem formulário, sem espera por e-mail — resposta rápida e direta.
- 2
Entendemos sua situação
Você conta seu caso com suas próprias palavras. Escutamos sem pressa, com atenção e respeito.
- 3
Analisamos as possibilidades
Avaliamos seus documentos e histórico para identificar os melhores caminhos jurídicos disponíveis.
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Orientamos o melhor caminho
Apresentamos as opções de forma clara e honesta, sem promessas vazias. Você decide informado.
O que faz a diferença no nosso atendimento
Advocacia de qualidade não precisa ser inacessível. Nosso compromisso é com clareza, proximidade e resultado responsável.
Atendimento humano
Você fala com pessoas reais, não com robôs. Escutamos seu caso com atenção e empatia.
Linguagem acessível
Explicamos os direitos e as opções em português claro, sem termos jurídicos que confundem.
Análise cuidadosa
Cada caso é estudado com rigor. Não damos respostas genéricas — analisamos a sua situação.
Proximidade com o cliente
Você tem acesso direto ao advogado responsável pelo seu caso, do início ao fim.
Honestidade nas expectativas
Nunca prometemos resultados que não podemos garantir. Você toma decisões com base em informações reais.
Acompanhamento responsável
Estamos presentes em cada etapa do processo — da análise inicial ao resultado final.
Perguntas sobre Direito Trabalhista
Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre rescisão, horas extras, assédio e acordos trabalhistas.
Quando devo procurar um advogado trabalhista?
O ideal é buscar orientação assim que surgir a dúvida — especialmente após demissão, quando há proposta de acordo ou quando o ambiente de trabalho está causando dano. O prazo para reclamar trabalhista é de 2 anos após o fim do contrato, mas quanto antes você age, mais fácil é reunir provas e documentos.
Como saber se minhas verbas rescisórias estão corretas?
Para conferir as verbas rescisórias, você precisa verificar: saldo de salário, aviso prévio (trabalhado ou indenizado), férias vencidas e proporcionais acrescidas de 1/3, 13º salário proporcional e multa de 40% sobre o FGTS (em demissão sem justa causa). O extrato do FGTS e os contracheques são documentos essenciais para esse cálculo. Um advogado pode conferir se os valores batem com o que a lei determina.
Tenho direito a horas extras?
Sim, se você trabalhou além da jornada prevista no contrato ou na lei (8 horas/dia, 44 horas/semana, salvo regime específico). Horas extras devem ser pagas com acréscimo mínimo de 50% sobre a hora normal (100% aos domingos e feriados). O banco de horas, quando previsto em convenção coletiva, deve seguir regras específicas. Se você suspeita de irregularidade, o histórico de ponto é a principal prova.
O que fazer em caso de assédio moral no trabalho?
Primeiro, registre as ocorrências: anote datas, locais, o que foi dito e quem presenciou. Guarde e-mails, mensagens e qualquer comunicação escrita que comprove o comportamento. Se possível, comunique ao RH por escrito. Não espere que a situação melhore sozinha — assédio moral tende a escalar. Um advogado pode orientar sobre como documentar o caso e quais ações estão disponíveis.
É possível fazer acordo trabalhista fora da Justiça?
Sim. Desde a Reforma Trabalhista (2017), é possível fazer acordos extrajudiciais homologados pela Justiça do Trabalho. Também é comum que as partes negociem diretamente, sem processo. Em qualquer caso, antes de assinar um acordo, é importante entender exatamente o que está sendo quitado e se o valor é compatível com os direitos envolvidos — especialmente quando há cláusula de quitação geral.
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Verificamos seus direitos, analisamos os documentos e orientamos o que fazer — antes que o prazo passe ou que você assine algo desvantajoso.